Em menos de uma semana na presidência da AL-BA, Coronel já exonerou mais de 100




Com menos de uma semana no comando da Assembleia Legislativa da Bahia, Angelo Coronel (PSD) já começou a passar o pente fino na turma do ex-presidente Marcelo Nilo (PSL). E o grupo é grande: em alguns dias,  Coronel exonerou 111 funcionários em funções comissionadas e secretarias parlamentares.
Entre os exonerados figuram nomes de ex-prefeita do interior, esposa de ex-deputado, irmãos de secretário, irmão de deputada e assim por diante.
Entre os funcionários que deixam a Assembleia e voltam para seus empregos de origem, aparecem três da governadoria, quatro da Prefeitura de Salvador, cinco da Embasa, 15 da Secretaria de Educação e  20 de prefeituras baianas, como  Pintadas, Itaberaba e Feira de Santana.
Com os cortes, Coronel estima ter economizado mais de R$ 3 milhões do Legislativo Baiano. “Espero gerar mais economias para que a gente possa enxugar a Casa, sem atrapalhar os trabalhos”, disse Coronel.

Irmãos do secretário nestor duarte caem fora
O secretário da Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), Nestor Duarte (PSL), foi um dos primeiros atingidos pelo pente fino de Coronel. Dois  irmãos de Duarte — aliado de Nilo — foram dispensados: Lucília Gordilho Duarte Guimarães, que atuava na secretaria parlamentar da presidência, e Marcio Duarte, diretor administrativo e financeiro da Fundação Paulo Jackson.
Os dois recebiam, fora as gratificações, bonificações e outras vantagens, R$ 2.159,69 e R$ 7.088, 37. Os bônus representam até 150% a mais nos salários.
Genro de Wagner, esposa de Bassuma e irmã de deputada são dispensados
Outros nomes conhecidos que também arrumaram as malas para deixar a Assembleia Legislativa foram a mulher do ex-deputado federal Luiz Carlos Bassuma, Rose Bassuma, que trabalhava no gabinete de Pastor Sargento Isidório (PDT) e ganhava R$ 8 mil; o irmão da deputada federal Alice Portugal, Claudius Portugal, que é da Fundação Cultural da Bahia (Funceb), mas trabalhava na Casa; e o genro do ex-governador Jaques Wagner, Paulo Valente, que veio da Secretaria de Educação e ganhava mais de R$ 9 mil.
Ex-prefeita de Pojuca está entre exonerados
Com os cortes de Angelo Coronel, foi devolvida uma servidora — acredite — oriunda da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, que atuava como auxiliar administrativa.
Na lista de exonerados, também figura o nome da ex-prefeita de Pojuca e ex-deputada estadual Maria Luiza Laudano (PSL). Aliada de NIlo, ela era assessora especial da Fundação Paulo Jackson e ganhava um salário-base de R$ 4 mil.
Nilo ganha comissão de consolação
Ainda se adaptando a viver como um deputado comum, sem as regalias e o poder que tinha na condição de presidente, Nilo foi escolhido esta semana, após um acordo entre os líderes da oposição, Leur Lomanto Jr (PMDB), e do governo, Zé Neto (PT), como novo presidente da Comissão de Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle da Casa.
Seguranças são os próximos
Segundo apurou o Jornal da Metrópole, os inúmeros seguranças de Nilo, que o acompanhavam de Salvador a Antas — passando pela casa de praia em Guarajuba —, devem ser os próximos a deixarem o trabalho na Assembleia. A intenção do novo presidente da Casa é devolvê-los à Polícia Militar do Estado da Bahia, para que possam servir à sociedade.
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