Colunista: E com Lula lá (na cadeia) qual é a chance do PT? Mas alguém tem? Por Levi Vasconcelos

Lula, o líder nas pesquisas que está preso, algo inédito - Foto: Rovena Rosa l Agência Brasil
Dois mil e dezoito é um ano que, em termos eleitorais, vai entrar para a história. Jamais houve um líder de pesquisa preso, como é o caso de Lula. E nem há uma oposição que possa tentar tirar proveito eleitoral disso, porque os seus principais arautos também estão melados na Lava Jato.
E o que haverá de sair, em termos de esperança, das urnas de 2018? Segundo o senador Otto Alencar (PSD), com as coligações, que possibilitam uma enorme pulverização de partidos sem voto no Congresso, nada.
Ou seja, o cenário atual seria fruto de um modelo de representação política que tornou o jogo federal um imenso balcão de negócios. Isso afundou a moral dos políticos e nada de novo virá. 
Pesquisas — A pesquisa do Datafolha divulgada domingo mostra o que todas as outras já mostraram, um cenário pulverizado com Lula, preso, liderando; em segundo lugar Bolsonaro, Marina em terceiro. A do Instituto Paraná divulgada no fim do mês passado mostra que na disputa federal a Bahia vive situação similar à do Brasil: Lula tem 43% das intenções; Bolsonaro, 16,8%; Marina, 8,1%; Ciro Gomes, 7,1%; Álvaro Dias, 3,8%; e Geraldo Alckmin, 3,2%. Se sai Lula, todos ganham um pouquinho, mas a ordem é a mesma. 
É surreal, a quatro meses da eleição, um cenário tão esdrúxulo,  que se algum vidente visse antes, diriam que é obra de ficção. A não ser que a campanha opere o milagre que alguns esperam. Será?
Manuela se sentiu em casa
Manuela D’Ávila, a presidenciável do PCdoB, antes de vir ontem a Salvador, esteve em Juazeiro no final de semana e se sentiu em casa.
Juazeiro é a joia da coroa do PCdoB na Bahia e uma das raras no Brasil. O partido governa o município desde 2008. Com oito anos de Isaac Carvalho e agora um e meio de Paulo Bonfim.
–  Quero agradecer essa acolhida. Vir aqui é uma forma de mergulhar na certeza de que é possível transformar.
Há algo que fede no forró
Carlos Pitta, cantor e compositor, diz que alguns artistas do Ceará, Pernambuco e Paraíba, por exemplo, que nas suas terras têm cachês que não passam de R$ 20 mil aqui assinam contratos de R$ 100 mil a R$ 120 mil.
– Tem alguma coisa errada aí. Até porque eles não mantêm intercâmbio com os baianos, dizem que a Bahia não tem forró. E o Trio Nordestino é de onde?
Segundo Pitta, lá os baianos não têm vez.
BR-235 agora vai, diz Aleluia
Diz o deputado José Carlos Aleluia (DEM) que as obras dos últimos 4 km da BR-235, que liga o povoado de Pinhões a Juazeiro (um total de 75 km), finalmente vão ser iniciadas amanhã.
Ele intermediou um acordo entre o Dnit e o TCU, que barrou a obra no fim do ano passado apontando várias irregularidades, entre elas, sobrepreço.
A obra é importante para o agronegócio. O trecho da rodovia passa na Agrovale.
São Francisco do Conde, uma história de rico pobre
Edmar Neves, ou Ed Neves, leitor, faz algumas ressalvas sobre o fato de o Convento de Santo Antônio, em São Francisco do Conde, estar sendo invadido por desempregados atrás de emprego nas obras de recuperação. Diz não concordar que a mudança da política de preços da Petrobras tenha contribuído para o desemprego. E que São Francisco tem largo histórico de pobreza, desde os tempos do Brasil Colônia, quando era uma área de engenhos de açúcar e afins.
Tens razão, Ed. Em parte. Com a redução da produção na Refinaria de Mataripe, a prefeitura, a grande empregadora, perdeu dinheiro que lá sempre jorrou farto. A pobreza vem muito do fato de que os governantes de lá optaram por serem comuns. Brilharam pela corrupção.
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